GDF só prevê a contratação de 374 professores concursados para 2016

25/05/2015

O Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016. No documento a previsão de contratação de 374 professores para o ano que vem. Obviamente estamos falando de uma quantidade que não cobrirá nem mesmo a número de aposentados do período.

A LDO prevê ainda a contratação de:

200 médicos

350 agentes de saúde

43 policiais civis

Ou seja: os concursados terão que lutar muito para garantir seu direito à nomeação.

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Washington Dourado 


Nesta terça, dia 26, será o nosso plano de carreira que estará em julgamento

25/05/2015

Nesta terça-feira, dia 26, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal vai julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade de autoria do Ministério Público, que questiona a constitucionalidade das leis que reestruturaram 33 carreiras de servidores do GDF, inclusive a do Magistério Público do Distrito Federal.

Muitos falam que estará em julgamento “leis que concederam reajustes salariais” aos servidores. Na verdade, é muito mais que isso. Especialmente no caso da Carreira do Magistério Público do DF, o que está em jogo é a reestruturação do plano de carreira da categoria.

Por isso é fundamental que todos e todas participem da mobilização que está sendo organizada para acompanhar o julgamento na Praça do Buriti, a partir das 13h30.

E, caso a Justiça acate o pedido do MPDFT, amanhã mesmo sabermos dar a resposta. Nós vamos garantir o que conquistamos até aqui de um jeito ou de outro, eles sabem disso!

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Washington Dourado 

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Sindicatos se reúnem para definir enfrentamento ao GDF

22/05/2015

Dirigentes sindicais estão reunidos neste momento  na CUT para definir a estratégia de enfrentamento às propostas do Governo do Distrito Federal que alteram direitos dos servidores públicos do DF.

A indignação é total e a pressão será gigantesca.

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Projeto do GDF coloca a Previdência dos seus servidores públicos em risco

21/05/2015

O  IPREV é o órgão responsável por gerenciar os recursos que garantirão a aposentadoria dos servidores públicos do Distrito Federal. Desde que foi criado, todo mês, o desconto previdenciário no contracheque dos servidores vai para as contas do IPREV, que tem a função de fazer os investimentos e garantir a capitalização que lá no futuro vai garantir o pagamento das nossas aposentadorias.

Hoje o IPREV tem um Conselho formado por 14 membros, sendo 7 indicados pelo Governo e 7 pelas entidades sindicais representativas dos servidores. Esta formação garantiu que desde a criação do Instituto o Governo não tenha conseguido movimentar os recursos ali depositados fossem utilizados em outras finalidade. Na verdade, o Governo anterior até tentou, mas não conseguiu.

Agora, o atual Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa um Projeto de Lei alterando a composição do Conselho do IPREV, rebaixando para 5 o número de representantes dos servidores e transferindo o total controle para o Secretário de Estado da pasta em que o Instituto estiver vinculado. Um absurdo!

Mas para quê o GDF faria uma mudança dessa no nosso IPREV? Na verdade só existe uma explicação: O Governo do Distrito Federal quer o controle total do IPREV para criar as condições de movimentação de recursos em favor dos projetos da atual gestão.

O prolema é o futuro das nossas aposentadorias…

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Washington Dourado 


Com previdência complementar do GDF, ser professor da Rede Pública do DF será um péssimo emprego

21/05/2015

Semana passada o Governo apresentou uma proposta de mudança no sistema de previdência dos servidores local que vai trazer enorme impacto negativo para o futuro da Carreira do Magistério Públicos do Distrito Federal. Pela proposta apresentada pelo Governador Rollemberg, os servidores públicos que forem nomeados a partir da alteração propostas vão receber suas aposentadorias pelo teto do INSS, que hoje é de R$4.663. E quem quiser receber mais que isso terá que aderir ao regime de previdência complementar, que também faz parte do pacote de mudanças, e contribuir com um valor maior para ter o direito a proventos acima do teto citado.

Em minha opinião, esta proposta trará efetivos devastadores no futuro da educação pública do DF. Hoje, conversando com professores e orientadores, sabemos que umas das motivações destes profissionais para permanecerem na Carreira do Magistério, após longos anos de trabalho, é a perspectiva de conseguir uma aposentadoria integral. Agora, imagine daqui 15 ou 20 anos o ânimo dos professores que hoje vão entrar para a Carreira, sabendo que sua aposentadoria será menos da metade do seu salário como ativo?

Será um desastre!

Talvez seja por isso que o Governo do Distrito Federal não tenha chamado os sindicatos para o diálogo prévio e ainda exige que os deputados distritais votem com a máxima urgência a matéria. Por outro lado, espero que a Câmara Legislativa tenha a dignidade de promover amplo debate sobre o assunto. Afinal, é claro que muitos não se preocupam com algo que vai atingir apenas os novos servidores, mas para quem tem uma visão de futuro e compromisso com as novas gerações, este é um debate crucial.

O fato é que hoje ser professores da Secretaria de Educação já não é tão animador, no futuro será ainda pior.

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Washington Dourado Professor da SEDF e Diretor do Sinpro 


TJDFT marca julgamento do reajuste dos servidores do Governo do Distrito Federal

19/05/2015

O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo Ministério Publico do Distrito Federal contra as leis que concederam reajustes salariais aos servidores do DF, inclusive aos integrantes da Carreira do Magistério, será realizado na próxima terça-feira (26/05), com início às 13h30. A inclusão na pauta de julgamentos foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

Este julgamento é muito importante para todos os servidores do GDF, especialmente para professores e orientadores educacionais. Isso por que se o TJDFT acatar o pedido do Ministério Público e considerar as leis que aprovaram os reajustes inconstitucionais, passaremos a conviver com grave precedente que refletirá em futuros reajustes.

Além disso, com uma eventual vitória do MP, o maior beneficiário seria o Governo do Distrito Federal, que ganharia força incontestável em sua sanha para impor pesada restrição de direitos a todos os servidores públicos.

Vamos acompanhar com muita atenção e mobilização.

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Washington Dourado


GDF quer acabar com a aposentadoria especial dos novos professores da Rede Pública

19/05/2015

Prezados (as),

Ontem representantes do Governo do Distrito Federal estiveram na Câmara Legislativa para apresentar a técnicos e assessores parlamentares as propostas de mudanças no sistema de previdências dos servidores públicos do Distrito Federal.

Na apresentação da proposta ficou claro: a aposentadoria especial dos professores nomeados daqui para frente será extinta.

É isso mesmo: EXTINTA.

É óbvio que as consequências serão desastrosas para a educação pública do DF e, ao mesmo tempo, pode sim ser uma ameaça até mesmo aos atuais servidores.

Minha crítica aqui vai também para o imobilismo sindical que tomou conta do DF, inclusive, da entidade que faço parte. Mas sobre isso falarei em outro post.

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Washington Dourado


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